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20 de novembro de 2014

Cidades Mortas - ADQUIRA O SEU!



    Você quer muito mesmo ter o livro Cidades-Mortas, do Dêner Lopes, mas não sabe como? Ainda não viu vendendo nas livrarias, e se sente agoniado porque precisa dessa obra prima da literatura jovem e atual na sua estante?

    Não se aflija, pequeno gafanhoto, você pode adquirir este belo livro! Claro que sempre temos a forma convencional de compra: internet, mas você também tem a maravilhosa opção de comprar direto do autor!



    Comprando direto do autor, você terá: livro autografado, com DEDICATÓRIA! Junto com dois marcadores do livro - que estão lindos, por sinal - e também terá seu lindo nome na parte de Agradecimentos do segundo livro de "Cidades-Mortas"!!!!

    O livro está saindo pelo singelo preço de R$ 39,00, já incluindo frete, seguro e, claro, com o rastreamento - um código que você pode colocar no site dos Correios e ver onde está seu livro, se vai demorar para chegar, etc.

    Para comprar o livro direto do Dêner, pode mandar um email para o endereço dele: denerbatistalopes@hotmail.com

    Se quiser comprar direto da internet, podem entrar no site:  http://www.chiadoeditora.com/livraria/cidades-mortas e comprar usando a opção de pagamento que preferirem (caso fiquem em dúvida sobre a moeda usada no pagamento, basta vocês clicarem na parte superior da página, no retângulo onde está escrito "EURO" e então vai aparecer a opção "REAL").

(Está como EURO, pessoa)

(Passando o mouse em cima, aparece a opção "REAL")

(Clicando na opção "REAL" você muda ali a moeda de compra! Fácil, não?)


    De qualquer modo, esse post é realmente pra isso. Se tiverem alguma dúvida sobre o livro, sobre o pagamento e afins podem mandar mensagens por aqui, pelo facebook, ou para o próprio email do Dêner - ou podem perguntar pra mim e eu encaminho, sei lá.

    Comprem o livro, sério. É uma história muito boa, com um final NADA clichê - e vocês sabem que eu odeio finais clichês ¬¬

    Até breve,

    Ana

1 de outubro de 2014

Capitulos de "Cidades-Mortas" disponíveis em PDF!



     Aos interessados na leitura do livro "Cidades-Mortas", de Dêner B. Lopes - nosso autor parceiro - que é um sucesso na literatura atual, vem aqui o grande post da noite:

     Dêner e sua editora disponibilizaram três capitulos iniciais do livro! Esses capitulos estão em PDF, são gratuitos e a única coisa que você irá perder, lendo esses capitulos/livro é a sua alma (porque depois de ler, meu querido, não vai mais conseguir parar e vai precisar de mais. MAIS. MAIS. MAIS) q

     De qualquer modo, aqui estão os links. Eu coloquei no MEGA e no 4SHARED, porque são dois sites bons para downloads e porque são os únicos que eu conheço (risos). Também tinha o dropbox, mas MUITA gente se enrola pra pegar coisas lá, enfim. Aqui estão os links:

Cidades-Mortas MEGA
Cidades-Mortas 4SHARED

     Pra quem ainda não conhece o livro (você esteve em Marte ou o quê?), Dêner se inspirou na trilogia Jogos Vorazes, da autora norte-americana Suzanne Collins, para escrever sua série de livros "Cidades-Mortas". É uma série que, diferente de Jogos Vorazes, mostra como é essa coisa da "cidade-morte", dos jogos e da sociedade em todos os países! Diferente de Jogos Vorazes, por exemplo, que mostrava as coisas somente do ponto de vista do Distrito 12, e até hoje nunca soubemos como eram as coisas no 10, ou no 2. Achei isso muito legal, mesmo, e é uma série que MERECE DESTAQUE!

     Ainda aos interessados, aqui vai a sinopse e capa:

"Arthur Noah é um adolescente órfão e medroso de 16 anos que é atormentado dia após dia só pela simples menção do Festival das Cidades-Mortas. O Festival acontece uma vez por ano, no início do mês de dezembro, e é exibido para toda nação por TV aberta durante exatas duas semanas. Um grupo de jovens, de 15 a 18 anos, é escolhido pelos habitantes votantes de sua Cidade (de antigo nome Estado) para lutar pela sobrevivência durante o reality show na Cidade-Morta escolhida (lugar esse antes conhecido por favela), extinta de vida humana. Cinco milhares de soldados-robôs do Governo são dispersados pela Cidade-Morta, incumbidos unicamente a procurar esses Eleitos e causar-lhes morte lenta e torturante. (No local abandonado se encontra de tudo; desde armas e desodorantes até correntes com o pingente da Máscara de Prata.).

     Arthur, no entanto, numa das saídas livres permitida pelo orfanato à praia, conhece um velho gordo, dono de um quiosque, que lhe pede ajuda. Com o pensamento claro de que seria um dos participantes da nova edição do Festival (pois seus pai, avô e irmão também foram) ele diz ao velho que não precisa de dinheiro nem de nada em troca. Porém, ao final do expediente, o velho lhe oferece um cigarro de maconha (algo muito caro e proibidíssimo pelo Governo, e quem fosse pego portando tal droga seria imediatamente preso, sendo ele quem fosse), dizendo-lhe que aquilo fazia desaparecer todos os problemas. E é isso que Arthur quer; por isso aceita. Como o prazo para voltar ao orfanato estava acabando (e o rapaz não podia fumar lá dentro, em meio a chusma de pessoas), ele, ao notar as ruas sem movimento, acende a droga. Pouco depois, distraído, esbarra em alguém, que para seu azar é um policial. Arthur é preso, levado até a delegacia.

     Em sua cela, conhce um outro jovem; William; um alguém controverso, rechonchudo e espinhento; além de racista e perigoso, mas incrivelmente de bom coração e alienado, que simplesmente não percebe quando está sendo suportável ou insuportável para Arthur. Era bom e mau para este. Bom porque jovens presos não podiam ser votados para o Festival, e mau, pelo fato de estar preso num lugar pequeno e frustante, com alguém que ele definitivamente não gostava. Os dois, durante os dias que se passam, arrumam uma maneira de fugir e conseguem; justo no Dia Primeiro do Festival, onde, na delegacia, policiais (robôs ou humanos) estavam em falta. Mas algo inesperado acontece, pois ao fugirem sob uma viatura, esta os leva diretamente para a Cidade-Morta sede; eram as viaturas de polícia que levavam os Eleitos para lá.

     Em pico de audiência por dois jovens adolescentes presos invadirem um Festival mundialmente conhecido, os produtores permitem tal ação de deixá-los participar, mas, se sobrevivessem ao final das duas semanas, apenas um pedido seria lhes conferido, diferentemente dos dois, de qualquer outro sobrevivente. Arthur e William, então, se veem incumbidos a lutar por sua sobrevivência. Com apenas uma bala na arma P-LB, roubada do policial-carcereiro na fuga da delegacia, e uma caixa de fósforos, eles precisam se unir.

     Até que as coisas comecem a mudar"


Editora: Chiado
Ano: 2014
Autor: Dêner B. Lopes

    Muito bem, povo. Aí está pra vocês, o link dos downloads e tudo mais. Caso queiram saber minha opinião na resenha desse livro, podem clicar neste link aqui: resenha. :3

     Espero que tenham achado interessante o post, e que leiam muito! Comentem aqui o que acharam sobre os três primeiros capitulos ^^

     Ana

22 de setembro de 2014

Cidades Mortas - Dêner Lopes



    Então, meu povo. Sejamos rápidos e objetivos exatamente como esse livro é: estou escrevendo a resenha de Cidades-Mortas, do Dêner B. Lopes, que é só um dos maiores sucessos atuais entre nossos autores brasileiros novos.

    Quer dizer, mais ou menos novos. Pra quem não sabe, Dêner já publicou um conto em um livro de contos, chamado "Utopia" e agora lançou em formato digital um livro que estourou na boca do povo (o primeiro da série de Cidades Mortas) justamente por 1) ser bem escrito, 2) ter uma história legal, 3) vários outros motivos aleatórios e 4) ser inspirado em Jogos Vorazes.

    "Epa, epa. Calma lá. O que Jogos Vorazes tem, diabos, a ver com isso?", você, caro leitor, deve estar pensando consigo mesmo. Bem, vamos à resenha que, assim, poderei explicar melhor essa delícia que é o livro do Dêner.

"Arthur Noah é um adolescente órfão e medroso de 16 anos que é atormentado dia após dia só pela simples menção do Festival das Cidades-Mortas. O Festival acontece uma vez por ano, no início do mês de dezembro, e é exibido para toda nação por TV aberta durante exatas duas semanas. Um grupo de jovens, de 15 a 18 anos, é escolhido pelos habitantes votantes de sua Cidade (de antigo nome Estado) para lutar pela sobrevivência durante o reality show na Cidade-Morta escolhida (lugar esse antes conhecido por favela), extinta de vida humana. Cinco milhares de soldados-robôs do Governo são dispersados pela Cidade-Morta, incumbidos unicamente a procurar esses Eleitos e causar-lhes morte lenta e torturante. (No local abandonado se encontra de tudo; desde armas e desodorantes até correntes com o pingente da Máscara de Prata.) Arthur, no entanto, numa das saídas livres permitida pelo orfanato à praia, conhece um velho gordo, dono de um quiosque, que lhe pede ajuda. Com o pensamento claro de que seria um dos participantes da nova edição do Festival (pois seus pai, avô e irmão também foram) ele diz ao velho que não precisa de dinheiro nem de nada em troca. Porém, ao final do expediente, o velho lhe oferece um cigarro de maconha (algo muito caro e proibidíssimo pelo Governo, e quem fosse pego portando tal droga seria imediatamente preso, sendo ele quem fosse), dizendo-lhe que aquilo fazia desaparecer todos os problemas. E é isso que Arthur quer; por isso aceita. Como o prazo para voltar ao orfanato estava acabando (e o rapaz não podia fumar lá dentro, em meio a chusma de pessoas), ele, ao notar as ruas sem movimento, acende a droga. Pouco depois, distraído, esbarra em alguém, que para seu azar é um policial. Arthur é preso, levado até a delegacia. Em sua cela, conhce um outro jovem; William; um alguém controverso, rechonchudo e espinhento; além de racista e perigoso, mas incrivelmente de bom coração e alienado, que simplesmente não percebe quando está sendo suportável ou insuportável para Arthur. Era bom e mau para este. Bom porque jovens presos não podiam ser votados para o Festival, e mau, pelo fato de estar preso num lugar pequeno e frustante, com alguém que ele definitivamente não gostava. Os dois, durante os dias que se passam, arrumam uma maneira de fugir e conseguem; justo no Dia Primeiro do Festival, onde, na delegacia, policiais (robôs ou humanos) estavam em falta. Mas algo inesperado acontece, pois ao fugirem sob uma viatura, esta os leva diretamente para a Cidade-Morta sede; eram as viaturas de polícia que levavam os Eleitos para lá. Em pico de audiência por dois jovens adolescentes presos invadirem um Festival mundialmente conhecido, os produtores permitem tal ação de deixá-los participar, mas, se sobrevivessem ao final das duas semanas, apenas um pedido seria lhes conferido, diferentemente dos dois, de qualquer outro sobrevivente. Arthur e William, então, se veem incumbidos a lutar por sua sobrevivência. Com apenas uma bala na arma P-LB, roubada do policial-carcereiro na fuga da delegacia, e uma caixa de fósforos, eles precisam se unir. Até que as coisas comecem a mudar."


Autor: Dêner B. Lopes
Ano: 2014
Editora: Chiado Editora
E-book

    Pois então, seus marotos, vamos à nossa resenha muito especial do dia. Ela é especial pelo seguinte fato: Dêner me convidou para resenhar seu livro, e eu iria justamente postá-lo hoje e, justamente dois dias antes de postar a resenha, fechei uma parceria com a editora do Dêner! Assim sendo, essa resenha será muito especial por ter sido um convite do autor e por ser a primeira resenha que farei de um livro da Chiado, com a parceria fechada.

    De qualquer modo, como nós vimos na sinopse, essa é a história do Arthur, de 16 anos, órfão. Mas o que realmente me chamou atenção nessa história? Ok, além da capa maravilhosa, também foi o fato do livro ser inspirado justamente em uma das trilogias mais famosas/aclamadas/amadas/mal-entendidas/copiadas/etc e tal da atualidade: Jogos Vorazes.

(Pra quem não conhece: Jogos Vorazes, povo. Povo, Jogos Vorazes. Essa é a Katniss, apontando um arco pra você).

    Pra você que nunca leu Jogos Vorazes por diversos motivos (incluindo aqui a idiotice de achar que é igual a Divergente), vou dar uma resumão bem básico: Jogos Vorazes é uma trilogia distópica (ou seja, passa num futuro relativamente ruim) onde só há um país no mundo, Panem, que é dividido em 13 distritos e uma Capital (chamada Capital), sendo que um deles foi explodido - tretas - antes da história começar. No distrito 12, a gente tem a Katniss (uma das protagonistas mais odiadas das sagas pelo público no geral) que se voluntaria pra entrar nos temidos... Jogos Vorazes (ta daahhh), uma espécie de criação sadomaso da Capital onde o intuito é: selecionar um casal de cada distrito, entre 12 e 18 anos, pra competirem em arenas superrealistas, legais e bem formuladas e se matarem. Ponto final. O último que sobrar é o vencedor dos Jogos e vai receber comida e uma casa incrível. Fim da história [claro que tem toda aquela coisa sobre a história ser uma metáfora da guerra, falar profundamente sobre política, etc e tal, mas isso é um resumo, não uma resenha de Jogos Vorazes].

    Assim sendo, Cidades-Mortas é inspirado nisso. Da mesma forma como temos em Jogos Vorazes, nós temos o mesmo sistema de jogos no livro do Dêner. SÓ QUE há muitas modificações que eu mesma nunca imaginaria - e que acho que se adaptaram muito melhor à história do Dêner, quero dizer, se ele tivesse mantido o sistema dos Jogos... Além de ficar extremamente igual (!!) e repetitivo - e plagiado, q - não acho que se adaptaria muito bem à história (quem ler vai ver o motivo).

    Enfim. Acho que é bom eu ir direto pra história (risos).

(Sim, essa é a capa do livro. Sim, eu sei que postei acima, mas, cara, eu adorei a capa. Além do que, eu sou a blogueira e, enfim, coloco a imagem que quiser. Me processem u.u QQ [brinks])

    Claro que uma das primeiras coisas que me chamou atenção no livro, em si, foi a capa - porque, vocês sabem, eu tenho um precipício por capas bem feitas e inteligentes - que tem cores muito fortes e eu amo esse tipo de coisa. Quer dizer, observem bem a capa dessa coisinha linda. Gente, o contraste do azul e as letras naquele vermelho beeem forte! É quase o mesmo contraste de Sentel York - A Batalha Pelo Amanhecer (também azul bem escuro e uma explosão vermelha), mas... Não sei. Eu amo contrastes, amo cores bem fortes...

    E, sim, a segunda coisa foi a "inspiração". E antes de tudo, eu TENHO que dizer que eu fiquei com um receio muito, muito grande do livro parecer muito bom e no final das contas... Não ser nada disso. Acho que esse é o perigo de "livros inspirados em alguma outra obra", porque se a 'outra obra' for realmente muito boa, você vai acabar achando que o 'inspirado' seguirá a mesma linha da 'outra obra'. E nem sempre isso acontece (e, sim, eu já vi casos bem ruins).

    O que me fez ficar muito satisfeita com o Dêner, porque o livro dele sustentou minhas expectativas! Quer dizer, eu nunca entro com muitas expectativas com nenhum livro (nacional, estrangeiro, clássico, atual...) porque sei que com qualquer um posso quebrar minha cara, mas o engraçado é que conforme a história ia passando, eu ia gostando mais e mais do livro, e ia criando expectativas e elas iam se suprindo.

(Esse é o livro do Diego. Viram? O contraste é bem parecido! Azul escuro... Vermelho/laranja...)

    Outra coisa muito legal que notei antes de começar a história, em si, foram os capitulos. ADOREI como os títulos das "partes" eram completados pelos títulos dos capitulos de cada parte ("Fazendo", "Recebendo", etc). Achei muito legal e criativo, na verdade, e se encaixava muito bem na própria história (o que é tão importante quanto).

    Entretanto, preciso comentar que não gostei tanto assim do prefácio. Quer dizer, do prefácio eu esperava mais porque, normalmente, gosto de prefácios (é, uma linha de raciocínio meio idiota, mas vocês sabem que aquariano é um bicho meio doido, enfim), mas esse foi meio "hm". Algo do tipo "Blábláblá... E leiam aí o livro, vlw flws". Não gostei.

    Ah, também adorei o trecho de Morte Súbita, da J. K. Rowling, por dois motivos.

    1) Era diferente de tudo o que eu tinha visto de trechos da J. K. Rowling (SEMPRE, SEMPRE, SEMPRE postam o maldito trecho do Dumbledore morto falando com o Harry, na estação de trem, etc e tal. SEMPRE. SANTO BATMAN, EXISTEM OUTROS 45343543545343 TRECHOS NOS OUTROS 7 LIVROS!)

    2) Eu gostei. Ponto final.

    Agora... Vamos à história.

    Povo, a escrita do Dêner é fantástica! É uma frase meio destoada do pano de fundo "história", mas eu tinha que pontuar isso. A escrita dele é muito boa mesmo, eu adorei, gostei das pontuações, gostei dos palavrões colocados nos momentos certos, gostei dos " (1) (2) " (RS.RS), mas admito que no começo achei incomodo. Não porque eu não estivesse acostumada, ou sei lá, mas porque ele escreve muito parecido comigo. Fiquei 'bolada' (-q). Fora isso, é mesmo uma ótima escrita.

    Sobre a história... Começamos, claro, com alguns capitulos BEM pequenos (de, sei lá, dois parágrafos) sobre os 'jogos', sobre o sistema das Cidades Mortas (que são meio que locais "abandonados" da cidade - no caso, Rio de Janeiro - onde ocorrem esses jogos e tudo mais) e dando algumas poucas explicações. Depois disso, passamos pra Arthur, o nosso protagonista maroto.

    Não gostei do Arthur, de início. Achei ele muito... Politicamente correto, especialmente quando ele "discorre" sobre a maconha e preconceito, no geral. CARA, MACONHA? SÉRIO MESMO? Essa foi uma das coisas que eu REALMENTE não gostei no livro, por simplesmente achar ridiculo.

(Essa era a minha cara. Exatamente assim)

    Cara. Ele colocou maconha como uma droga muito séria, e má, que se você for pego você vai ser preso. Enquanto isso, na cadeia, o gordo nojento seboso comenta sobre como Arthur foi "imbecil por usar drogas no meio da rua", como se ele dissesse "oh, não. Maconha é uma droga muito, muito, muito ilegal e obscura!".

    Meu jovem, a maconha é ilegal sim, mas um troço realmente pesado é crack. Estamos no futuro? Estamos em um país de ditadura na nossa distopia que metem jovens em um jogo sadomasoquista de sociopatas? Sim, estamos, mas ainda assim o crack é muito mais perigoso, ilegal e terrível do que a maconha. E isso é biologicamente, cientificamente, sociologicamente, historicamente falando.

    Enfim. Achei a """""""""polêmica""""""""" com a maconha bem ridicula. Me desculpe, me julgue, mas essa é a minha opinião (não ridicula no sentido de "affes, achei ofensivo. Apaga", mas no sentido de "patético" mesmo).

    Também não gostei da coisa "politicamente correta" no começo do livro. Não sei. Eu me senti lendo uma cartilha "anti-preconceito" de escolas municipais do interior do Rio, ou algum texto de desabafo sociológico. Talvez tenha sido a segunda opção, ok, preconceito é uma droga sim e é um problema ainda existente na nossa "bela" sociedade (não só brasileira!), mas acho que poderia ter sido explorado de outro jeito (que, aliás, foi justamente o que ele fez durante o resto do livro).

    Só digo que não gostei do começo - pelo menos até o Arthur e o seboso fugirem da cadeia - por me parecer uma cartilha, ou ser muito politicamente correto ou meio patético (seria bem mais pesado, aliás, se ele experimentasse um pouquinho de crack. Quer dizer, daria um clima muito, muito mais pesado - e verídico - à história. Afinal de contas, o crack tem um comércio muito mais pesado, perigoso... Ou outras drogas ainda mais pesadas, sei lá. Poderia até ter colocado cocaína. Enfim).

"E é isso que acontece quando você consume dorgas, criançada marota".

    Agora, de resto... Eu realmente gostei da história. Muito mesmo! A partir do momento que Arthur entra na "cidade-morta", em Ipanema, ele fica diferente (AINDA. BEM) e fica mais... Maduro? Frio? Calculista? Enfim. Ele muda bastante, ele se torna um sobrevivente. E essa que é a coisa toda da história. Pra mim, o grande tema central era, justamente, a sobrevivência. O que o ser humano é capaz de fazer pra sobreviver? O que foi, aliás, um dos temas centrais pra mim de Jogos Vorazes. E eu adoro esse tipo de coisa, porque quando o ser humano precisa sobreviver a todo custo... Ele segue seus instintos mais profundos, mais egoístas e sádicos.

    Eu adoro esse tipo de coisa. Adoro ver que os humanos largam, imediatamente, a ética e a moral quando precisam viver a qualquer jeito. Passam por cima de quem for, fecham a porta na cara de quem for, somente pra se sentirem seguros.

    Enfim.

    Eu não consegui parar de ler, enquanto eles estavam nos 'jogos' (o que também aconteceu em Jogos Vorazes, aliás), justamente porque eu adoro essa dinâmica. E, sim, preciso enfatizar que o livro é bastante dinâmico. Não peca durante os jogos com exageros ou "momentos muito parados", ou qualquer coisa do gênero. Apesar de poder explorar os outros personagens um pouco mais, eles são bem usados durante as dinâmicas, mortes e tudo mais.

    Mencionando as mortes, gostei do modo como foram colocadas - apesar de que eu queria um pouco mais de sangue, tripas e torturas sofridas - e fizeram sentido, acima de tudo. ODEIO mortes aleatórias e que o autor só coloca pra "dar uma emoção" (sei lá, o personagem cai e bate com a cabeça no chão e morre. Que diabos...) na história ou pra preencher espaço ("Ah, esqueci de fulano durante a história. Droga, e agora? Ah, pronto, tropeçou e morreu"). Sim, certo, em um "jogos vorazes da vida", as pessoas TÊM que morrer de um jeito ou de outro, mas às vezes a morte é tão ridicula... 

(Eu, sobre mortes desnecessárias e sem lógica)

    Gostei, também, da ideia dos robôs! Achei que poderia, aliás, ter tido algo do tipo na própria trilogia da Collins! Por que, diabos, ela não pensou em colocar alguma coisa horripilante que persegue os competidores?! Seria minimamente genial, e muito bom porque, oras bolas, evitaria a porcaria da protagonista de ficar paradona, tranquilona, esperando o povo se matar (sim, isso é uma frase de revolta para caso ela esteja passando ordinariamente por esse blog).

    Mas muitas coisas, muitas coisas de verdade, ainda me deixam muito intrigada. Alguns fatores que são mencionados durante os jogos me deixaram com a orelha em pé, desconfiada de algumas coisas, dos próprios produtores dos 'jogos'. Não acho que se voltem pra próximos livros (como uma revolução, sei lá), mas só que me deixem ainda mais intrigada pra continuar a leitura e possivelmente descobrir o que é! E eu acho isso muito legal, aliás.

    De qualquer modo, eu queria ressaltar - de novo, porque eu sou uma pessoa muito enfática - que eu adorei a escrita do Dêner, adorei a história, adorei o enredo e adorei, especialmente, a Monique! Que personagem! Que atitude! Sério, ela é incrível. Acho que deveria ter um conto especialmente narrado sobre ela, porque eu simplesmente a adorei. E, ok, como adoro psicopatas sebosos (beijo, Kevin) acho que deveria ter do William também, porque sim.

(Eu, novamente, sobre os contos do Dêner narrados pela Monique)

    Sobre o final, então, não contarei absolutamente nada - porque esse é meu voto aqui do blog: sem spoilers (a não ser que queiram q) - mas digo que... GENTE, É MUITO SURPREENDENTE. Falo sério! É muito surpreendente mesmo! Eu não imaginaria um final desse tipo, e parando pra pensar, acho que eu ficaria realmente muito revoltada com um final diferente. Da mesma forma como eu ficaria revoltada com um final diferente pra trilogia Divergente (gente, fala sério. Um final diferente - no caso, "feliz" - não faria o MENOR SENTIDO com a lógica da própria protagonista! Quer dizer, você é idiota, cara? Santo Batman, você não entendeu como a porcaria da protagonista é?). Então, muito obrigada Dêner, você não me decepcionou de uma forma estupenda.

    Porque, acredite, se o final tivesse sido diferente seu livro simplesmente perderia muitos pontos "morais" comigo. Falo muito sério. Não faria o menor sentido com o clima da história, com o protagonista, com o Presidente... Enfim. Seria a mesma coisa com o final de Divergente.

    Então, OBRIGADA POR FAZER SENTIDO. OBRIGADA. OBRIGADA.
    
(Linda capa, não? Ainda mais linda se estivesse na minha estante! Pois é, gente, fazer o quê?)
  
    No caso, eu queria começar a comentar sobre o outro livro em que ele está presente ("Utopia") que parece ser realmente muito bom e eu queria muito ler, mas infelizmente não ganho nenhum sorteio da porcaria do livro e acho que pedirei pra editora um pra mim, porque o azar tá f... ruim.

    Enfim. É isso meu povão querido. O livro é SENSACIONAL, realmente superou expectativas (e vocês sabem que isso é realmente algo raro. Vocês, que me conhecem, sabem MESMO que é difícil superar minhas expectativas), a escrita é muito boa e os personagens melhoram a cada página. E sobre o clima "cartilha educacional", ele some depois de algumas poucas páginas (ainda bem) e depois Dêner administra muito bem a questão do preconceito/sobrevivência/racismo/etc com o livro, em si.

    ALIÁS, TEM UMA COISA IMPORTANTE: Eu achei MARAVILHOSO a distopia se passar aqui no Brasil (apesar de ter achado o nome do país meio... "¬¬")!! Gente, que coisa linda. Sério. Foi legal, porque sempre que as distopias são escritas elas se passam... Nos Estados Unidos. Qual o maldito problema nesse país? Por que todo mundo ama os EUA e quer escrever suas histórias passadas por lá? Nosso país é legal gente, tem cenários apocalipticos muito bons! Quer uma inspiração? Passa pela Lagoa, no Rio de Janeiro, de madrugada. É um clima de fim de mundo impressionante! (claro, se for necessário e fizer sentido o troço ser nos EUA, ok, perdoado -q).

   Enfim. Adorei também ter se passado no Rio, e especialmente tão pertinho de mim, bem ali, em Ipanema! Eu que moro do ladinho (bem do ladinho mesmo, huehue) sempre passo por Ipanema e imagino o cenário do livro por ali.

  Enfim. Agora terminando a resenha mesmo (risos), vocês sabem que eu adoro falar/escrever (ou não, mas isso não importa) e é melhor terminar isso aqui senão ficarei elogiando o maldito livro o dia inteiro. É isso, meu povo. Eu quero fazer um sorteio de Cidades-Mortas logo, logo (porque, caso não lembrem, a Chiado Editora é agora nossa parceira) e vocês poderão se divertir pacas com esse livro batuta cheio de personagens marotos que aprontam altas aventuras e confusões! (QQ)
    
    E se vocês querem saber mais coisas sobre o livro, podem acompanhar aqui o blog porque como somos parceiros da editora, bem, sempre teremos notícias frescas e tudo mais. E, aparentemente, o livro está para ser publicado em formato físico!

    Aliás, lembrem do sorteio de "Herdeiro da Névoa" e de "Amazônia", e daqui a poucos dias irei anunciar o sorteio de outro livro!!!

    Espero que tenham curtido a resenha e até breve

    Ana :D

7 de setembro de 2014

Balanço Geral: Bienal de São Paulo!



    E como prometido... Aqui está o meu post especial sobre o fim dessa Bienal. Claro que, como não fui à Bienal de São Paulo, não posso falar exatamente qual foi minha experiência lá, nem como eu adorei ter ido, ter comprado as coisas... Enfim. Uma pena. 

    MAS como nossos autores parceiros Diego e Paul foram à Bienal, eu pude contar com os relatos deles sobre suas experiências, que é sobre o que irei falar também. Claro que, de restante, tive que pescar algumas informações em outros sites sobre essa matéria, e falei com pessoas que foram somente para comprar/ver os autores favoritos e tudo mais.

    Então, vamos aos números!

    Apesar do que muitos pensaram, a Bienal de São Paulo não encheu tanto quanto a edição de 2012 (que teve o recorde de pessoas): foram 720.000 pessoas andando por entre os estandes, suando para conseguir senhas, gastando pra caramba, reclamando de filas para ir ao banheiro-bebedouro-entrar-sair-comprar e também reclamando dos preços.

[Foto de Chico Prado/Rádio Bandeirantes]

    Certamente que, como vocês podem ter notado, os preços dos livros mais "procurados" não estavam tão acessíveis quanto antes. Vimos muitas edições por preços normais, preços "baratos", mas não tão baratos quanto nos sites de vendas e também vimos livros que estavam até um pouquinho mais caros do que aqui fora! (aconteceu com alguns box de sagas). Sim, isso foi uma DROGA! Afinal de contas, quando você pensa em Bienal, você pensa em... COMPRAR! E infelizmente você não consegue comprar tanto assim, tendo em mente que algumas editoras/estandes de livrarias - como Saraiva - mantiveram seus preços casuais.

    Por outro lado, tivemos também os preços mais "acessíveis", de livros bons e famosos, mas não tão reconhecidos assim. Vi gente que comprou mais de dez livros, sabendo aproveitar dos descontos de momento, das pequenas promoções e ganhando MUITOS brindes caso comprasse o livro tal - blusa, sacolas, bottons, etc, etc, etc (e admito que fiquei me coçando de inveja).

[Esse é o saldo da Bienal da Paula Graciella, participante do grupo de leitores "Leitores Anônimos", no facebook. Essa soube aproveitar bem o tempo e o dinheiro]
[E esse é o saldo da Mainara Oliveira, também integrante do "Leitores Anônimos"!]

    Mas, claro, já sabemos de tudo isso. Infelizmente, se você quer ir à Bienal comprar todos os livros que deseja para encher sua estante... É melhor juntar um bom dinheiro, e procurar diretamente nos estandes das editoras, porque nos das livrarias... Nem sempre você terá sorte em conseguir um bom desconto. E que a Bienal vale mesmo à pena para ver os lançamentos, saber notícias daquela saga paradona que não é publicada/atualizada há alguns meses, anos ou décadas e ver seus escritores favoritos dando palestras, ou pagando o maior mico com seus cosplays.

    E, falando neles, vamos aqui a alguns dados interessantes sobre a Bienal.

    Os livros mais vendidos, se em comparação com a Bienal de 2012, foram... NACIONAIS! Sim! O Brasil está tomando conta das vendas da Bienal, e levando mais lucro para editoras e estandes do que os livros internacionais, desses autores megaultrablaster famosos. Não que os internacionais sejam ruins e tenham que arder no inferno, mas é que isso mostra que a nossa literatura está crescendo cada vez mais no coração dos leitores! Quero dizer, antes ela era tão desvalorizada, tão largadinha... E agora, está crescendo tanto que chega a ser mais vendida na Bienal que os livros internacionais! Isso é MUITO legal!



    Me aproveitando do post da revista Veja, em seu site, eu colocarei aqui os dados mais interessantes sobre as vendas pra vocês.

    Aos fãs de John Green, sinto decepcionar dizendo que o autor caiu para segundo lugar de "mais vendido" no estande da Intrínseca, com seu sucesso 'A Culpa é das Estrelas'. O livro que bateu o grande astro foi "Não Se Apega, Não", da autora Isabela Freitas, que fala sobre superar o fim de um relacionamento, etc e tal. O que também é BEM legal, porque A Culpa é das Estrelas foi um dos maiores sucessos de todos aqui no Brasil - altas 'tretas' sobre ser modinha, não ser modinha, ser ruim, ser bom, ser clichê, ser inovador, ser romântico nojento, ser cancerígeno... Enfim - e ver que esse livro atual, novo, e nacional ultrapassou as vendas de John Green... É algo sensacional!

    Também temos, no estande da Record, outro livro nacional em primeiro lugar: Carina Rissi, com "Encontrada", que ficou na frente de dois títulos de "Instrumentos Mortais" da tão amada Cassandra Clare - que, aliás, estourou a população da Bienal nos dias de palestra e autógrafos! No dia 23, quando esteve lá, a população atingiu um de seus recordes de público, nessa edição, e tivemos até uma garota desmaiada [medo] - e, logo após, vem Paula Pimenta com "Princesa Adormecida", livro que ela lançou na Bienal e que está à venda nas lojas mais próximas a você - ou nos sites mesmo, enfim.

[Paula e seu lançamento, Princesa Adormecida. Fotos do fotógrafo do estande]

    No estande da Rocco - conhecida pelos seu sucesso imortal, eterno e adorado: Harry Potter - tivemos Carolina Munhoz e Sophia Abrahão, com seu livro "O Reino das Vozes que Não se Calam", que foi o mais vendido do estande, seguido por "Meus Quinze Anos", de Luiza Trigo, Raphael Draccon, com "Cemitério de Dragões" e Thalita Rebouças, com "Fala Sério, Mãe!". E todos esses na frente de Divergente, da Veronica Roth, que ocupou o quinto lugar dos mais vendidos na Bienal!!! E vejam só, Divergente tem filme, tem Shailene Woodley, tem livrinhos compactos e robustos de capas lindas... Quer dizer, essa é a literatura nacional crescendo de uma forma exponencial, vertiginosa e incrivelmente fantástica!!

    Sobre as outras editoras: na Arqueiro tivemos, em ordem de "mais vendidos", os livros 'O Doador de Memórias', de Lois Lowry, 'A Maldição do Tigre' - e derivados - da Colleen Houck, e 'Seis Anos Depois', de Harlan Coben. Na Novo Conceito, tivemos "Se Eu Ficar", sucesso que foi lançado para as vendas graças à adaptação cinematográfica com a Chloe linda como protagonista [e que é uma duologia, mas ok], "Sete Irmãs", de Lucinda Riley e "Belleville", de Felipe Colbert. Na Companhia das Letras, "A Seleção" e "Cartas de Amor aos Mortos" lideram o ranking e na Globo Livros, "1889", de Laurentino Gomes [que eu estou lendo agora, risos] e "O Silêncio das Montanhas", do meu segundo autor favorito Khaled Hosseini, também estiveram entre os mais vendidos.

[Esta é a galera que comprou o livro da Sophia e Carolina]
[Fot de Caio Duran /AgNews]

    Mas é claro, é óbvio, é evidente que não daremos atenção especial a esses autores específicos. Estou aqui pra falar sobre o sucesso dos nossos parceiros, Diego de Lima e Paul Fabien, na Bienal! Os dois me deixaram muuito feliz em ver que venderam muito, que fizeram seus editores ficarem surpresos, que deixaram o povo da Bienal intrigado e que fizeram todos saírem de seus estandes com um exemplar de cada livro deles nas mãos.

["Amazônia - Arquivo das Almas" na mesinha do Paul. Fotos do fotógrafo do estande]

    Paul é autor de "Amazônia - Arquivo das Almas" e estava na Bienal para promover sua segunda edição do livro. A primeira, como devem lembrar, estava com alguns errinhos de digitação (coisas bobas) e que foram consertados na segunda edição! Além do que, eu ainda espero a continuação do livro (risos).

    Durante a Bienal, Paul recebeu a visita de muitos jovens em seu estande que, aliás, já sabiam sobre seu livro de ante-mão! Pelo que disseram, viram na internet, se interessaram e estavam ali para comprar. Quer dizer, isso é incrível! Um autor ser reconhecido em plena Bienal é algo maravilhoso, algo indescritível [algo que eu ainda quero passar por], e eu fiquei muito feliz pelo Paul em ver que ele está fazendo tanto sucesso. Ele realmente merece palmas, porque seu livro é mesmo muito bom!


[Este é Paul. Percebam o sorriso contido dele, quando, na verdade, gostaria de estar surtando por conta das vendas e do sucesso Q]

    Se você quer saber mais sobre o livro, ou sobre o Paul, pode acessar os links do facebook dele, ou ler a resenha aqui do blog sobre seu livro!

[E esses são os dois livros. À esquerda, o "Sentel York I - Os Três Imperadores" e à direita "Sentel York II - A Batalha Pelo Amanhecer". Fotos do fotógrafo do estande]

    O Diego também fez o maior sucesso. Vendeu tanto, mas tanto, que o editor anunciou que o terceiro livro terá a publicação adiantada! Quer dizer, isso é maravilhoso! O livro vende tanto, que adianta a publicação? Acho que isso significa nada mais, nada menos que Sentel York - a Trilogia é um sucesso! E o Diego mesmo disse isso quando comentou sobre sua ida à Bienal. As pessoas passavam, se interessavam pelas capas e entravam para saber mais! Os adolescentes ouviam às histórias e ficavam impressionados, querendo saber mais sobre tudo, querendo comprar! Eu realmente acho que isso significa SUCESSO!
    
    Caso não se lembrem, Sentel York é uma trilogia cujos primeiros livros já foram lançados: "Os Três Imperadores" e "A Batalha Pelo Amanhecer" e que também já foram resenhados aqui no blog. Acho que vocês devem recordar, pelo menos, daquela capa azul brilhante e linda que eu postei aqui! Gente, que capa maravilhosa.

[Diego assinando seu livro "Sentel York II - A Batalha Pelo Amanhecer"]

    Mas, enfim, para mais informações... Basta acessar a página do Diego no facebook, o site da trilogia ou a página da trilogia no facebook :D

    Claro que tivemos muito mais coisas. Saldos negativos também foram vistos durante toda a Bienal. Tivemos correria quando os fãs de Cassandra Clare entraram, tivemos muitas filas, muitas filas, muitas, muitas, muitas filas, e livros que não estavam com os preços tão acessíveis! Mas acho que devemos sempre lembrar das partes mais legais e positivas da Bienal:

- Ken Follett lança seu terceiro e último livro da Trilogia O Século [PRECISO], que tem uma capa linda, e diz que pra se escrever um livro é preciso pensar que, bem, as pessoas vão querer ler isso!

- Pedro Bandeira anuncia a volta de "Os Karas"! Série que marcou a juventude de MUITA gente e que ainda marca as vidas de muitas pessoas, quando comentamos "droga do amor" ou "droga americana"... Essas coisas de livros e títulos.

[Google q]
[Este é Pedro Bandeira. Pedro disse que vai voltar com a série "Os Karas". Pedro, você fez muito bem. Muito mesmo]

    E muitas novidades e lançamentos que bateram recordes de vendas!

    Eu acho que a Bienal vale muito a pena, e eu IREI à Bienal do Rio, no ano que vem! Quando chegarmos mais perto da data [risos] eu direi os dias em que estarei lá e, certamente, levarei brindes, bottons, essas coisas todas de sempre [AHUHUAHUA].

    Espero que tenham gostado do saldão, e no sábado que vem farei uma resenha de um dos livros que faz o maior sucesso nas redes sociais, que está agitando os leitores, e que está fazendo inveja na Suzanne Collins: Cidades-Mortas, do autor Dêner Lopes!

[Esta é a capa do livro de Dêner. Não é bonita? Não é legal? Não dá vontade de ter o livro? Pois é Dêner, isso é uma direta Q]

    Pra quem não sabe, o livro é inspirado em Jogos Vorazes, a trilogia, e está fazendo MUITO sucesso! Vários blogs resenharam, centenas e dezenas de pessoas leram e Dêner está praticamente saindo nos jornais!

    Então, até semana que vem

    Ana