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23 de agosto de 2014

Bienal de São Paulo


    Pois bem, certamente todos estão muito curiosos ou ansiosos sobre a Bienal de São Paulo, que contará com grandes autores internacionais e nacionais famosíssimos, e também com diversos encontros e palestras que serão realmente bastante legais. Claro que alguns, como eu, podem estar somente se remoendo de inveja por conta da programação incrível e tudo mais.

    Pra quem se interessar em saber, ou pros paulistas que pretendem ir à Bienal (e os sortudos de outros estados/locais que também vão. O que não inclui a minha pessoa q), eu resolvi fazer esse post especial sobre a Bienal - além, claro, de ser um dos maiores eventos literários do mundo.

(Eu realmente queria MUITO ir nessa Bienal ¬¬ )

    Claro que o maior "evento" e atração da Bienal são as palestras com os autores favoritos de cada um (como a Cassandra Clare, por exemplo), por isso darei toda e completa atenção a eles. Além do que, a participação dos autores se integra quase que completamente nos outros eventos, então, enfim. Mas são MUITOS autores realmente bons e reconhecidos (o que ao menos deveriam ser reconhecidos) e que eu acho que merecem uma divulgação especial sobre seus trabalhos. Portanto, eu irei nesse post dar uma lista de cada autor que estará presente na Bienal, e então, vocês poderão entrar em um dos dois posts pra acompanhar as novidades dos Autores Internacionais ou Autores Nacionais.

    Eles são (em ordem alfabética porque eu tenho toc, q)

- Bárbara Morais
- Bruna Vieira
- Cassandra Clare
- Diego de Lima
- Eduardo Spohr
- Harlan Coben
- Hugh Howey
- Isadora Faber
- Ken Follett
- Kiera Cass
- Laurentino Gomes
- Paula Pimenta
- Raphael Draccon
- Raphael Montes
- Sally Gardner
- Thalita Rebouças

    Além desses autores, claro, temos muitos e muitos outros, mas seria praticamente impossível falar sobre todos eles. Você pode ler os posts clicando nos nomes de cada autor (o autor que não tiver link, bem, não tem post), e inevitavelmente você estará lendo também sobre uma parte de eventos de palestras da Bienal de São Paulo. Eu "selecionei" autores que teriam uma espécie de relação com o blog, fariam palestras, lançamentos de seus livros ou simplesmente 'sessões de autógrafos'.

(Autora mundialmente famosa, admito que nunca li nenhum livro dela. Enquanto que já li 1808 e 1822 de Laurentino)

    Além das palestras, lançamentos e sessões de autógrafos, também temos eventos na Arena Cultural, no Anfiteatro, no Salão de Ideias, no Espaço Imaginário e em vários outros locais que abrigarão eventos e sessões diferentes. Como temos MUITAS coisas, eu vou selecionar os principais (e o que eu mais me interessei por, claro) e falar sobre eles pra vocês.

(NÃO ACREDITO! QUERO KEN FOLLETT NO RIO. AGORA. SOCORRO)

    Essa Bienal tem vários espaços BEM legais. No ANFITEATRO, teremos apresentações de bandas, cantores, grupos teatrais e inclusive sessões de filmes. Dentre os milhares de eventos, posso destacar o "Sarau 70 Anos de Paulo Leminski" [24/08. 20h às 20h50], em homenagem a ele, a sessão de cinema de "Hoje Eu Quero Voltar Sozinho" [25/08. 16h às 17h20], filme de produção nacional, "Eduardo Coutinho, 7 de Outubro" [26/08. 12h às 13h15], documentário sobre o documentarista falecido no início do ano, "Zélia Duncan, a Amazona" [27/08. 17h às 17h50], apresentação da cantora, "Emicida, o Guerreiro" [28/08. 14h às 14h50], apresentação do rapper, "Carta ao Pai" [30/08. 13h às 14h], espetáculo criado pela atriz Denise Stoklos baseado na correspondência que o escritor tcheco Kafka escreveu ao pai, mas que nunca foi entregue.

    Para os interessados, as senhas poderão ser retiradas na bilheteria do Anfiteatro, 30 minutos antes dos eventos começarem. Não sei quantas senhas estarão disponíveis, mas a capacidade do local é de 163 pessoas (portanto, podemos imaginar que a quantidade de senhas seja igual à capacidade).

(Ainda não vi o filme. Preciso ver logo)

    Também temos a programação da ARENA CULTURAL, que terá encontros de fãs e palestras com autores famosos, personalidades e tudo mais. Nós teremos dois encontros de fãs na Bienal, um sobre John Green, no dia 27/08, das 15h às 16h30, cujo palestrante será Danielle Machado, da Editora Intrínseca, e também o encontro dos fãs de Rick Riordan, no dia 28/08, das 15h às 16h30, com os palestrantes Vitor Correia e Rafael Nery. Além dos encontros, também teremos diversas palestras interessantes como, "A Relação Entre a Incapacidade de Leitura e a Impertinência dos Comentários nas Redes Sociais"[25/08. 19h às 20h30], com o Pasquale Cipro Neto , que falará sobre esse mundo das redes sociais, onde as pessoas não "lêem" efetivamente o que estão postando ou comentando, "Biografias e Biografados" [26/08. 16h às 17h30], com os palestrantes Paulo César Araújo, Newton Lima e Regina Echeverria, sobre a importância das biografias e as mudanças na lei sobre tais obras, "Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa" [27/08. 11h até 12h], com Evanildo Bechara e Jaime Pinsky, sobre as mudanças, prós e contras do tema, etc., "Filosofia Todo Dia" [27/08. 18h até 19h], com Luiz Felipe Pondé, "Adaptações de Obras Literárias - Ler ou Não Ler?" [29/08. 11h até 12h30], com Fernando Nuno, Silvana Salerno e convidados, farão uma reflexão sobre as adaptações literárias.

    Para os interessados, não é necessária a retirada de senhas para palestras ou encontros. Portanto, se você quer ir a qualquer evento desses, prepare-se para correr o mais rápido que puder, ficar na fila por 200 anos e tentar garantir sua participação ali.

(John é autor do sucesso "A Culpa é das Estrelas", "Quem é Você, Alasca?" entre outros. Enquanto que Rick é autor das famosas sagas "Percy Jackson & Os Olimpianos", "Herois do Olimpo", "As Crônicas dos Kane", além de outras publicações)

    Nos espaço de SALÃO DE IDEIAS, teremos também alguns outros autores realmente bastante especiais ou criadores de personagens muito aclamados pelo público (como é o caso de Jeff Lindsay, criador de Dexter, o "serial killer de serial killers"). Aqui nós teremos palestras, especificamente falando, e eu selecionei algumas que achei realmente interessantes (que eu gostaria de ver se, bem, estivesse em São Paulo. risos). Temos "O Roteiro nos Quadrinhos" [29/08. 16h até 17h30], uma conversa entre David Mairowitz, Marcelo Quintanilha, Gabriel Bá e Fabio Moon, com mediação do editor de quadrinhos André Conti,  "Das Páginas Para a Tela: Adaptação Literária Para Roteiros de Cinema e TV" [30/08. 18h até 19h30], com Marçal Aquino, Maria Adelaide Amaral e George Moura, com mediação do jornalista Cassiano Élek Machado, "O Código de Dexter" [23/08. 14h até 15h30], com o escritor americano Jeff Lindsay e mediação do crítico de televisão Maurício Stycer, "O Papel do Escritor Brasileiro Hoje: Ouví-los ou Lê-los?" [26/08. 14h até 15h30], Patrícia Mello, Cristovão Tezzo e Noemi Jaffe, com mediação de Raquel Cozer, jornalista, "Homero, Euclides da Cunha e James Joyce por Seus Tradutores" [27/08. 16h até 17h30], com Caetano Galindo, Trajano Vieira Berthold Zilly, falam sobre o ofício dos tradutores, com mediação de Felipe Lindoso.

    As palestras precisam de senhas, e estas serão distribuídas GRATUITAMENTE 30 minutos antes de cada evento começar. Então, se você quer pegar seu lugarzinho, terá que chegar bastante cedo.

(Dexter é uma série norte-americana, que acabou recentemente - de forma lixosa, diga-se de passagem)

    Claro que eu selecionei somente três espaços, dos outros que também terão eventos, porque simplesmente não teria como falar sobre todos eles aqui - claro que eu gostaria, porque fiquei com muita água na boca da Bienal de São Paulo, mas fazer o quê?

    Vocês podem acompanhar os outros eventos entrando nos posts sobre os autores internacionais e brasileiros que estarão presentes na Bienal, fazendo palestras, dando autógrafos ou somente apresentando os lançamentos de seus livros. Também temos o post especial sobre os ingressos, porque eu acho que esse tipo de informação tem que ser destacada das demais (afinal de contas, se você coloca os ingressos no meio de um post sobre autores, ninguém vai dar a mínima. Vai meio que passar despercebido)

(Saudades Bienal ;-; )

    Espero que tenham curtido, e que estejam realmente tão ansiosos quanto eu pra essa Bienal. Aliás, pra essa e pra de todos os outros estados - pelo menos eu estou roendo as unhas esperando a Bienal do Rio, de 2015!

    É isso. Sugestões podem mandar pra nossa página do blog mesmo, ou pro facebook, pro instagram, enfim. Eu não tive muito tempo no final de semana para postar as resenhas por conta de uma situação de família muito grave, de qualquer modo, prometo que elas virão nesse final de semana sem falta.

    (e talvez eu ainda faça uma "cobertura" sobre o show da pitty. Não tem absolutamente NADA a ver com livros, mas, é a Pitty. Vale a pena).

    Beijos,

    Ana.

26 de junho de 2014

"Quem é Você, Alasca?" finalmente será adaptado para os cinemas!


Depois de anos esperando, finalmente Quem é Você, Alasca? ganha roteirista e provavelmente será lançado aos cinemas.


    E os leitores soltam rojões e fogos de artifício! Finalmente, depois de TANTO TEMPO, os leitores de "Quem é Você, Alasca?" podem começar a comemorar e juntar dinheiro - e lágrimas - para a estréia da adaptação cinematográfica nos cinemas.

    Não sei se vocês se lembram da minha resenha de "Quem é Você, Alasca?" ou do post sobre a adaptação de "Cidades de Papel" - não conhecido, mas (aparentemente) não tão adorado quanto este - nos quais eu comentei sobre o fato da Paramount Studios ter comprado os direitos de "...Alasca?" em 2005 e, até algum tempo atrás, não ter nem se dado o trabalho de movimentar qualquer coisinha que fosse para o lançamento do filme.

(A capa tão famosa por ter a 'Alasca' na frente. Será que agora o filme é lançado? Depois de NOVE anos??)

    Pois bem, queridos, pelo visto as coisas realmente mudaram com o sucesso de bilheteria de "A Culpa é das Estrelas". Antes mesmo da estréia do filme, a agitação dos fãs causou um impacto nos produtores e o grande sucesso de John Green fez com que "Cidades de Papel" ganhasse uma adaptação (com Natt Wolff como protagonista. Ele, aliás, faz o Isaac de ACEDE) e, agora, o sucesso de "A Culpa é das Estrelas" deixou BEM claro que a Paramount ganharia bastante dinheiro produzindo um filme de "Quem é Você, Alasca?".

    Claro que os leitores estão extremamente animados para essa provável adaptação que já mostra ser verdadeira. John Green twittou duas vezes sobre o roteiro do filme, que está sendo criado pela escritora, atriz e diretora Sarah Polley, que já roteirizou seis filmes (sendo um deles com co-produção) e um deles obteve três indicações a prêmios.

(Aqui John diz: "Estou tão empolgado em anunciar que a brilhante roteirista Sarah Polley irá escrever e dirigir a adaptação cinematográfica de "Quem é Você, Alasca?"")

    Além desses tweets, também tivemos uma entrevista com Green para a MTV, onde ficamos sabendo sobre essa adaptação. 

(Ele diz: "Eu sou um GRANDE fã dos filmes da Sarah, e suas ideias sobre "Quem é Você, Alasca?" estão realmente maravilhosas, e eu estou TÃO EMPOLGADO")

    Agora... Acredito que, como eu, os leitores também devam estar extremamente interessados sobre apenas uma questão: quem fará Alasca?

    Alasca é, somente, a personagem mais importante, intrigante e interessante do livro (me desculpem, mas se o Miles fosse realmente o 'sucesso de personagem' do livro, o título teria seu nome. O foco não estaria todo voltado pra Alasca) e CLARO que todos estão ansiosíssimos para saber QUEM fará Alasca porque, afinal de contas, metade de seu ""rosto"" aparece em uma das duas capas do livro e nós ficamos imaginando se ela seria realmente assim, como ela seria...

    Houve boatos de que Jennifer Lawrence poderia fazer Alasca. Na verdade, o próprio Green disse que talvez a atriz ficasse realmente bem no papel, mas eu acho que a única questão é a idade. Jennifer apesar de ser uma boa atriz, não ficaria nem um pouco bem no papel simplesmente por não parecer ter 14, 16 anos. Ela como Katniss - uma garota de 16, 17 - ficou ok, mas o problema é que eu não consigo simplesmente visualizar a Jennie como Alasca. Para mim, a Alasca deveria parecer mais nova.

(Jennie até que ficaria bem para o papel, mas eu não consigo vê-la como Alasca)

    Também há alguns boatos sobre a Kaya Scodelario (que fez a Effie, da série Skins) fazer a Alasca e, bem, eu acho relativamente mais apropriado que a Jennie. Não sei, mas ela me lembra mais a Alasca do que a Lawrence. A Kaya, aliás, foi criada aqui no Brasil pela mãe dela - brasileira - e tem avós morando na cidade de Itu, em São Paulo (o pai é britânico).

    Bem, mas sobre esses fatos de elencos, é melhor esperar o próprio Green se pronunciar ou a produtora. Nada de ficar fazendo 'elenco dos sonhos' e essas coisas, porque no final das contas, nem sempre temos os atores que queremos (como diria "Metallica", 'sad but true' - triste, mas verdadeiro).

(A Kaya, aliás, também foi "cotada" pelos fãs de Percy Jackson para fazer Thalia Grace, uma semideusa que surge - de verdade - no segundo livro da série Percy Jackson & Os Olimpianos - particularmente, eu acho que ela teria ficado ótima no papel)

    E falando sobre Percy Jackson... Já ouviram falar do terceiro crossover que Rick pretende lançar? Ainda não temos nenhuma novidade concreta sobre o que ele pode ser, o que acontecerá, mas já temos em mente que unirá Percy, Carter, Annie e Sadie Kane! Ansiosos? Não percam as notícias daqui do blog, e nos sigam no instagram para ter as notícias ainda mais frescas :D

    Até,

    Ana.

26 de março de 2014

Novidades!



    Pois bem, meus queridos leitores. Nesses últimos dias nossos corações de leitores pularam várias vezes, por conta de diversas notícias diferentes. Claro que para alguns leitores uma notícia foi muito melhor do que a outra, etc, mas o fato é que não podemos negar que principalmente 4 coisas novas mexeram com nossos corações de leitores.

    A primeira delas foi que há... Dois dias atrás, mais ou menos, foi anunciado para TODO O MUNDO que Cidades de Papel, um dos livros de 'sucesso' do nosso autor John Green, iria ser adaptado para as telonas. E, agora, não é novidade pra ninguém que os direitos autorais foram comprados pela Fox e que o livro seria adaptado por parte da mesma equipe que filmou A Culpa é das Estrelas (sucesso que, aliás, está para estrear aqui no Brasil).




    Pra quem não sabe, Cidades de Papel foi o quarto livro do John Green a ser publicado - em 2008 - logo depois de Deixe a Neve Cair e antes de Will & Will. O livro fala sobre dois colegas de escola, Quentin Jacobsen e Margo, e sobre como, certo dia de madrugada, a moça Margo aparece na janela de Quentin vestida de ninja e, depois desse dia, nunca mais aparece em lugar algum. A partir daí, Quentin começa a caçar a mulher por todos os cantos, usando pistas que ela mesma deixou.

    Cidades de Papel é um dos livros de mais sucesso do Green, evidentemente abaixo de Quem é Você, Alasca? e A Culpa é das Estrelas, que são, fatalmente, os maiores sucessos do autor norte-americano.

    Não li ainda Cidades de Papel, mas parece menos pior que Teorema Katherine ou Deixe a Neve Cair. Na realidade, talvez seja até melhor do que A Culpa é das Estrelas, mas eu não mantenho expectativas e pretendo ler em breve para postar aqui uma resenha. Aliás, caso queira saber sobre os dois maiores sucessos de Green - "...Alasca" e "Culpa.." - basta acessar as três resenhas do nosso blog (A Culpa é das Estrelas possui duas resenhas: uma minha e outra da Camila. Eis o link para a resenha de 'Alasca').

    Falando ainda sobre Cidades de Papel e sua adaptação cinematográfica, obtivemos outra notícia aparentemente 'interessante' sobre quem poderia ser escalado para fazer o protagonista - Quentin Jacobson - que caçaria sua amiga com pistas depois de vê-la vestida de ninja. E esse jovem seria Nat Wolff.


(Esse é o Nat. Olá, Nat)

    Não sei se vocês lembram dele antes de ser o Isaac, de A Culpa é das Estrelas, mas eu me lembro muito bem de ver o jovem Nat Wolff e seu irmãozinho, Alex Wolff, tocando e "fazendo sucesso" em sua The Naked Brothers Band; uma série americana que passava na Nickelodeon há alguns séculos atrás. Nat era conhecido como o romântico e apaixonado vocalista da banda, de cabelo grande e que mantinha um 'amor platônico' pela guitarrista (ou era baixista?).

    É, meus jovens, o mundo dá voltas! Quando eu, por exemplo, imaginaria rever Nat Wolff? E, ainda por cima, num momento em que ele não estaria cantando "If That's Not Love", um dos maiores 'sucessos' da banda?

    Claro que, para muitas pessoas, isso foi relativamente incomodo. Muitos demonstraram insatisfação ao ver que um dos atores que fez ACEDE, faria outro filme do Green e tudo mais, e não gostaram pelo fato de "ter repetição de elenco". Aliás, essas mesmas pessoas reclamaram quando escolheram para fazer a Hazel e o Gus os dois atores que faziam irmãos em Divergente (a Tris e o Caleb)! Quanto a isso... Bem, vamos ver. Se o Nat for um bom ator e fizer decentemente o papel de Quentin...

(e agora? Lembram do Nat? Esse à esquerda é o irmãozinho dele, o Alex que, particularmente, era bem chatinho)


    Outra insatisfação por parte dos fãs foi pelo fato de quem Cidades de Papel pode ter uma adaptação cinematográfica BEM antes que Quem é Você, Alasca? que teve seus direitos autorais comprados em 2005 (há exatos 9 anos!!!!!) e até agora nada.

    Quero dizer, isso é até compreensível, afinal de contas, Quem é Você, Alasca? fez muito mais sucesso que Cidades de Papel e já teve os direitos comprados pela Paramount em 2005. Então, teoricamente, era esse livro que deveria ter uma adaptação primeiro, ao invés de Cidades de Papel. Aliás, deixo bem claro que não digo isso porque um é melhor que o outro ou vice-versa, mas que na realidade a lógica é 1) pegar a obra de mais sucesso e 2) fazer um filme dela.

    E, sinceramente, todos estão mais ansiosos para verem uma adaptação de Quem é Você, Alasca? do que de Cidades de Papel - por favor, quem não está LOUCO pra ver a Alasca nos cinemas? Gente.

    Bem, mas enquanto isso, só nos resta esperar NÃO por Cidades de Papel, mas por A Culpa é das Estrelas! Povo, ok, anunciaram outra adaptação de um dos livros do Green, mas ainda temos Hazel e Gus nos cinemas, aqui no Brasil no dia 13/06, e que terá pré-estreias no dia 06/06 (ou 05/06, as informações divergem - e não, isso não foi um trocadilho terrível com Divergente).

    Quem já está com o dinheiro nas mãos para garantir os ingressos da pré-estréia? Eu confesso que estou bem curiosa para assistir a essa adaptação, e ainda mais curiosa sobre a polêmica do "Ok? Ok". Será que vai ser 'ok? ok' ou 'tudo bem? Tudo bem'? Hm, só vendo pra saber.


    Essa foi uma das principais notícias dessa semana. Se você quiser conferir mais, acesse nosso instagram (@livrosemtdparte), pois lá nos temos acesso direto aos leitores e seguidores do blog e passamos informações com mais facilidades - afinal, fotos são fotos q - e no facebook (basta pesquisar lá: livros em toda parte), onde sempre compartilhamos as novidades.

    Vamos esperar... E para os fãs de GoT, também temos notícias frescas!!! Aguarde o próximo post,

    Ana.

15 de março de 2014

Quem é Você, Alasca? - John Green



    Então, hoje vamos falar do segundo livro mais famoso desse autor, John Green. Eu e a Camila resenhamos "A Culpa é das Estrelas" como vocês devem se lembrar (link para a minha resenha/ link para a resenha da Camila), e agora eu venho aqui para falar sobre esse livro tão instigante e, talvez, mais interessante que 'ACEDE' (abreviação para A Culpa é das Estrelas).

    De fato, é impossível não comparar um livro ao outro, e eu devo admitir que só li Quem é Você, Alasca? para poder entender e ver se a escrita de John Green era realmente boa, se suas histórias eram mesmo decentes, ou se ele só se baseava no sucesso de ACEDE e tudo mais.

    Antes de mais nada, vamos à sinopse.


"Miles Halter é um adolescente fissurado por célebres últimas palavras que, cansado de sua vidinha pacata e sem graça em casa, vai estudar num colégio interno à procura daquilo que o poeta François Rabelais, quando estava à beira da morte, chamou de o "Grande Talvez". Muita coisa o aguarda em Culver Creek, inclusive Alasca Young, uma garota inteligente, espirituosa, problemática e extremamente sensual, que o levará para o seu labirinto e o catapultará em direção ao "Grande Talvez"."

Autor: John Green (carinhosamente apelidado por fãs como 'joão verde'. O que me faz lembrar de uma peça que vi, há séculos, chamada "O Menino do Dedo Verde").

Editora: WMF Martins Fontes
Narrador: 1ª Pessoa (Miles "Gordo").
Ano: 2010 (aqui no Brasil) / 2005 (nos EUA).
Minha nota no Skoob: 4/5 (e por umas questões ainda de dúvida, fico pensando se não devo diminuir para 3/5).


    Não sei se alguém sabe, ou se importou em tentar descobrir (ou, como eu, gosta de "cultura inútil"), mas este foi o primeiro romance de John Green. Diferentemente do que eu já ouvi/li por aí, seu primeiro romance publicado NÃO foi A Culpa é das Estrelas, apesar de ele ter levado 10 anos para escrever aquele livro. De qualquer forma, gosto de pensar que Quem É Você, Alasca? foi o primeiro romance do John Green porque isso dá um tom diferente à minha leitura (não sei pra vocês, mas pra mim modificou algumas coisas - especialmente por saber que, em ACEDE, ele ficou milênios aprimorando, trabalhando, concertando, blábláblando o livro e a história).

    Voltando ao que "interessa".

    O livro nos conta sobre a história desinteressante do desinteressante Miles "Gordo" Halter, um garoto nerd e sem amigos que vivia com seus pais e tinha certo fascínio por últimas palavras (ei! Um ponto para John, porque eu achei isso legal) e vivia fissurado para ler as biografias na enorme estante do escritório do pai, somente para descobrir mais últimas palavras. Segundo Miles "Gordo", normalmente é possível conhecer uma pessoa através de suas últimas palavras.

    E a que mais marcou nosso "Gordo" foi a de François Rabelai, que disse: "Eu vou procurar um Grande Talvez", o que o fez mudar para um colégio interno, num lugar quente dos infernos, e conhecer a querida e perturbada Alasca.


(essa aqui é a outra capa de Quem é Você, Alasca?. Particularmente, acho essa mais bonita. Apesar de ser fascinada pelo rosto da pessoa que, supostamente, 'faz' a Alasca)

    O livro é todo contado em primeira pessoa, pelo Miles claro, e de cara conhecemos todo o 'elenco' que irá atuar com o moço durante toda a narrativa da história. Temos Chip, o Coronel, um garoto atarracado que apesar de todas as circunstâncias e descrições, eu não consegui imaginá-lo como ninguém além do Josh Hutcherson (o Peeta, de Jogos Vorazes). Desculpe, John Green, a minha mente é estranha. Também temos o japa com touca de raposa, a Lara estrangeira estranha e... A Alasca!

    De fato, todas as atenções dos leitores estão voltadas pra Alasca - afinal de contas, ela dá nome ao livro! Se fosse "Quem é Você, Chip?", talvez todos estivessem hipercuriosos sobre o Coronel e sua vida de bolsista. Se fosse "Quem são Vocês, Guerreiros de Dia de Semana?", pensaríamos sobre aqueles babacas que fizeram altas coisas durante o livro, o Kevin e seu comparsa. E, talvez, se fosse "Quem é Você, Gordo/Miles?", talvez nós estivessemos interessados em conhecer minimamente o moço.

    Mas, não, quem interessa aqui é a Alasca e ponto.

    A moça é descrita como baixa, sexy e bonita. Inteligente, possui uma estante GIGANTE em seu quarto no colégio interno e gosta de ler poesias e essas coisas. Logo de cara, percebemos que Alasca, ao invés do Gordo certinho, é uma moça extremamente... Bem, ela é bem maluca. É daquelas pessoas que a gente pode definir como "8 ou 80" (quase como a música da Pitty, do álbum Chiaroscuro), e totalmente perturbada. Faz o que der na telha, sem se importar com as consequências e fala o que bem quiser também.

    Claro que teríamos que ter aquele súbito interesse do Gordo (apelido dado a Miles logo no começo, porque ele é fino de magro) pela sexy Alasca e seus belos peitos. Mas, nada que pudesse me fazer deixar de lado a história ou me fazer desejar vomitar meus rins e pâncreas (o que me deu uma vontade enorme de fazer em O Resgate do Tigre, mas falamos sobre isso depois).


(um cosplay da Alasca que eu achei na página de cosplays: Cosplays Literários. Ficou idêntico, não?)

    Acredito que, talvez, as partes mais interessantes do livro tenham sido sobre "o labirinto" e o que acontece depois de um certo... Evento na história. Não pretendo dar spoiler, eu não gosto desse tipo de coisa, e tem muita gente que também não. Então, precisarão ler o livro para saber do que se trata. De qualquer maneira, não é um evento muito 'óbvio', e eu confesso que John Green me deixou muito satisfeita depois disso (para quem já leu, digo somente o seguinte: não gosto de obviedades, e quando eu soube do 'evento', fiquei chocada e surpresa!).

    Depois do tal evento, Green se foca, em algumas partes, na religião. Entretanto, em algumas partes da leitura, parecia que ele ia tocar em um assunto, e, depois, simplesmente mudava e começava a narrar uma coisa totalmente diferente. Como se ele quisesse falar sobre algo, mas "não foi permitido porque o público é de adolescentes, não de adultos". Foi o que me pareceu (e isso me deixa na dúvida se devo tirar, ou não, uma estrela das 4 que dei no skoob. Mas, isso não vem ao caso).

    Mas, deixando de lado esses "poréns", eu até que gostei bastante sobre essa história da pergunta de Alasca ("como saímos desse labirinto, Gordo?"), que ficou martelando na história e em mim mesma durante toda a leitura do livro. As questões filosóficas, metafóricas e religiosas por trás dessa pergunta são muito instigantes, e eu confesso que fiquei muito tempo pensando sobre isso. O que seria o labirinto, de fato? Como saímos dele? Por que entramos nele?

    Várias perguntas foram feitas nas entrelinhas, e, ainda bem, eu consegui ler todas elas.

    Ainda falando sobre os pontos positivos do livro, preciso comentar sobre toda a questão religiosa que envolveu a narrativa, especialmente durante as aulas de religião com o Dr. Hyde, um velho praticamente à beira da morte. Eu gosto de pensar sobre religiões e seus significados, de pensar que, talvez, exista algo e que, ao mesmo tempo, pode não existir nada. Não sou muito religiosa, mas sou estudiosa e curiosa, e pensar sobre todas essas coisas aguça meu interesse e me faz querer estudar todas as religiões no mundo para entender porquê elas existem e foram criadas. Desde o começo.

    Claro que, talvez, John Green não quisesse um debate sobre religião. Ou talvez quisesse, e por isso colocou as aulas lá. Ou, ainda assim, ele quisesse somente dar um panorama para "depois do evento".

   Falando nisso. Os capítulos são todos marcados em " 'n' dias antes" ou " 'n' dias depois", tendo como marco o tal acontecimento que sacode a história toda.


(não li o livro físico, mas sim PDF. Então, estou enchendo vocês de imagens legais sobre Quem é Você, Alasca?. Uma delas é esta que supostamente dá a resposta para a saída do labirinto. A imagem diz: "o único caminho para sair do labirinto de sofrimento é perdoando - John Green; Quem É Você, Alasca?".
Eu não acredito nisso. Quero dizer, há milhões de tipos de labirintos no mundo. Qual seria a resposta para todos eles? Há uma resposta?)

    Não acho que o livro tenha muito a oferecer além disso. Nós podemos ver Gordo em situações normais de alunos de internatos (e de alunos que não são de internatos também), indo fumar, se divertir com os amigos (interessado na Alasca...). É tudo muito comum, e eu não acho que esse livro valha tanto quanto dizem que vale. Falaram a mesma coisa de 'A Culpa é das Estrelas', sobre como era emocionante/lindo/misterioso/reflexivo, mas eu também não achei muito... Digno de um 5 ou do meu favoritismo, por exemplo.

    Acho que o que aprendi sobre o John Green, nesses dois livros, foi que sua escrita é boa sim, ele não se sustenta somente no sucesso de ACEDE e nem mesmo nos fãs fanáticos que engrandecem o ídolo. Em compensação, ele não é o melhor escritor no universo, como 90% dos fãs/leitores dizem por aí, e já vi outros autores com uma escrita tão despojada quanto a de John Green. Ainda sobre ele, acredito que uma coisa que sempre me vem pela cabeça ao pensar em ACEDE e Quem é Você, Alasca? é que a vida não passa de uma roleta russa.

    Às vezes a arma aponta pro outro. Às vezes, ela estoura a sua cabeça. E a vida não conhece a palavra piedade. Pode ser cruel, mas ninguém nunca disse que a verdade é doce como um pêssego.


    Para os fãs de Quem é Você, Alasca? e para o povo que está ansioso com o filme de ACEDE, que irá lançar em... Junho?, enfim, que vai lançar um dia desses, houve boatos de que Quem é Você, Alasca? viraria filme também. Os direitos foram adquiridos pela Paramount Pictures, famosa por séries de cinema como "A Família Addams" (meu favorito <3 ), Transformers e O Poderoso Chefão - além do Universo Marvel, com todos os "Iron Man".

    Entretanto, o direito foi comprado em 2005 (!!!!!), e apesar do roteiro ter sido combinado para ser escrito pelo Josh Schwartz (roteirista de séries como Gossip Girls), a Paramount não tem interesse pela filmagem e nada disso, e fica adiando indefinidamente a produção do filme.

(enquanto isso, os fãs de Quem É Você, Alasca? esperam pelo lançamento do filme).

    Espero que tenham gostado da resenha, e que leiam o livro, porque ele trás algumas questões interessantes. Podem obter informações de outras resenhas através do skoob do livro, ou no site do próprio John Green.

    E não se esqueçam de seguir o blog no Instagram (@livrosemtdparte) e no facebook ;D

     Até breve,

    Ana

14 de dezembro de 2013

A Culpa é das Estrelas [John Green]


    Então, agora eu trago mais uma resenha pra vocês (ando frenética com as leituras hahahahha) e é sobre mais um livro que andou na boca do povão; A Culpa é das Estrelas, do John Green (carinhosamente apelidado de João Verde).

    A Camila também já havia feito uma resenha sobre esse livro antes, mas eu gostei bastante dele e acho que merece outra resenha lecal q. Caso queiram ler, também, a resenha da Camila aqui vai o link :)

    Pois bem, confesso que nunca havia lido um livro do Green antes em toda a minha vida e que, admito, não pretendia fazê-lo nunca. Eu realmente achava que os livros do homem eram muito "romantiquinhos" demais pro meu gosto (não suporto livro de temática romântica) e fazia questão de não ler nada que tenha vindo dele. Até uma amiga ler A Culpa é das Estrelas e me oferecer emprestado (eu estava lendo A Interpretação dos Sonhos, na época) e eu acabei aceitando.

    Acho que fiz uma boa escolha, porque o livro me tocou de uma forma que, bem, eu já tinha imaginado que faria - mas, ainda assim, o romance me pareceu exagerado. De qualquer forma, vamos à resenha.

"Hazel é uma paciente terminal. Ainda que, por um milagre da medicina, seu tumor tenha encolhido bastante - o que lhe dá a promessa de viver por mais alguns anos -, o último capitulo de sua história foi escrito no momento do diagnóstico. Mas em todo bom enredo há uma reviravolta, e a de Hazel se chama Augustus Waters, um garoto bonito que certo dia aparece no Grupo de Apoio a Crianças com Câncer. Juntos, os dois vão preencher o pequeno infinito de páginas em branco de suas vidas".

"Não sou formada em matemática, mas sei de uma coisa: existe uma quantidade infinita de números entre 0 e 1. Tem o 0,1 e o 0,12 e o 0,112 e uma infinidade de outros. Obviamente, existe um conjunto ainda maior entre o 0 e o 2, ou entre o 0 e o 1 milhão. Alguns infinitos são maiores que outros... Há dias, muitos deles, em que fico zangada com o tamanho do meu conjunto ilimitado. Eu queria mais números do que provavelmente vou ter. HAZEL GRACE"

Editora: Intrínseca
Ano: 2012

    Pois então. Esse livro conta a história de Hazel (como acabamos de ler nas sinopses acima) que está com um maldito câncer na tireoide e com metástase no pulmão. A garota foi diagnosticada como 'paciente terminal' e isso meio que significa que as chances dela de vida são... Baixas. Ela precisa ficar andando de um lado para o outro com um carrinho de oxigênio, porque seus pulmões são um fracasso como pulmões - o que ela mesmo diz - e toma um remédio que "ajuda" a diminuir as células cancerígenas.

    Logo no primeiro capitulo acompanhamos a ida de Hazel a um Grupo de Apoio, numa igreja católica, onde ela fica ouvindo um tal de Patrick falar sobre seu câncer de próstata e sobre a sua "falta de bolas". É divertido nos primeiros capitulos, pois Hazel é carregada de sarcasmo e ironia e consegue fazer de toda aquela situação (triste) algo aparentemente rotineiro e entediante. O que, se pensarmos melhor, é.


    Durante a história conhecemos Augustus Waters que, de cara, se torna o "par romântico" da garota. Ele tem câncer nos ossos e tem praticamente 85% de chances de sair 'bem' de toda essa situação. E também conhecemos Isaac, um garoto com câncer nos olhos que se operará em breve e ficará totalmente cego.

    A melhor coisa no livro inteiro foi o fato de Hazel ser realista e saber que ela vai morrer - ela sempre corrigia a mãe, quando ela dizia "se você morrer", mudava para um "quando eu morrer". Ok, claro, um pouco de esperança também é bom e tudo mais, mas eu realmente acho que ela foi pelo melhor lado. A realidade não é um conto de fadas ou, como eles repetem algumas vezes durante a narrativa, "o mundo não é uma fábrica de realização de desejos" - se referindo aos "Gênios", um tipo de 'organização' que realiza desejos de crianças com câncer (cada uma delas tem direito a somente um desejo - Hazel gastou o dela indo pra Disney HAHA).

    O que eu realmente acho é que se pensarmos tudo sempre pelo lado mais otimista - e muitas vezes mais falso - acabamos nos decepcionado com mais facilidade. A questão é que essas pessoas costumam criar expectativa e, acreditem, a última coisa que uma pessoa deve criar em toda a sua vida é expectativa. Isso destrói o ser humano e faz você ficar extremamente triste. Não é bom. Pode parecer bem pessimista, eu sei, mas me desculpe: a realidade é fria.

    Às vezes você tem 85% de chances de sobreviver a um câncer, e, às vezes, você morre.


    De qualquer modo. Acho que a história me tocou justamente por esse lado do câncer e de que nem sempre as coisas são como esperamos (nem sempre você sobrevive ao que parecia ser impossível de te matar). Na verdade, eu fiquei muito emocionada com as cenas finais, porque já passei por isso - duas vezes - e sei exatamente como é.

    Enfim, voltando ao livro. Uma das coisas que também gostei foram os outros livros mencionados! Queria que eles fossem reais ou que, sei lá, John Green os escrevesse - pelo menos o do videogame, pois o da Anna parece muito com a história de Hazel, então, meio que eu estava lendo a história da Anna, mas pelo outro lado. Entenderam? Acho que não, mas de qualquer forma, queria que o Green os escrevesse! Que nem aqueles três livros do Harry Potter (Os Contos de Beedle, o Bardos; Animais Fantásticos & Onde Habitam; Quadribol Através dos Séculos) que, afinal de contas, eram livros dentro dos livros do Harry e acabaram virando 'reais' quando ela os escreveu e publicou.

    Eu amei aquelas histórias (e amei ainda mais os comentários de Hazel sobre elas) e gostaria muito de lê-las, de verdade, um dia. Quem sabe?


    Bem. Se algum de vocês um dia, por um acaso, for ao meu skoob.com verá que eu dei somente 4 estrelas a este belíssimo exemplar - falando nisso, a capa da outra edição é muito mais bonita que essa! Concordam? - e provavelmente se perguntará porque. Acho que é relativamente óbvio.

    Eu nunca fui muito fã de livros muito românticos e nem nada disso. Na verdade, sempre "evitei" livros desse tipo. Essa história, especificamente, não me incomodou tanto porque eu consegui prestar mais atenção nos sinais do câncer e em toda essa reflexão do que no próprio romance em si, mas, ainda assim, confesso que achei meio 'bizarro'. Não sei explicar porque, só achei meio doido o cara falar que estava a fim da outra com só alguns dias de conhecidos.

    Que mundo é esse gente?

    Mas, de qualquer forma, acho os dois fofos juntos e tudo mais.

    Falando nisso, acredito que a maior parte dos leitores (e até mesmo de pessoas que não leram o livro) sabe que vai sair o filme, em breve. Hazel será interpretada pela Shailene Woodley (que, aliás, ficou muito bem de cabelo bem curtinho) e o Augustus será interpretado pelo Ansel Elgor. Não sei se concordam comigo, mas eu não achei que o moço ficou tão bem para o Gus, acho que seria mais interessante se fosse aquele outro garoto - um tal de Joshua Anthony - porque ele realmente ficou bem "parecido" com o Augustus, segundo as descrições no livro.

    Enfim. Quando lançar o filme estarei na primeira fileira, pronta para assistir e ter altas reflexões sobre o câncer e a morte, e acho que farei uma resenha do filme aqui. Quem sabe? Espero que tenham gostado dessa resenha, porque eu gostei bastante de escrevê-la, e a próxima será sobre o primeiro livro da série 'Escrito Sob Fogo e Sangue', da nossa autora parceira Adrieni Yassine.


    Até,

Ana :)